Coloco minhas mãos,sobre meu próprio ventre,
e pergunto para mim mesma:
de onde me virão os frutos
Vou para o jardim,
imagino a paisagem,
e coloco as minhas mãos
em contato com a terra.
Saio em busca de sementes
coloco as minhas mãos
no meu próprio alforge
calculadamente, realizo o meu projeto de semear
Ele me observa,
vendo-me sempre a sonhar
sempre a calcular e,
talvés a trabalhar.
Dos meus próprios sonhos,
como se fosse um alforge diante d´Ele
suas mãos colhem um fruto,
que sempre esteve lá.
E me percebo, no jardim do meu Senhor
Como um dos seus frutos,
no qual minhas próprias mãos
Jamais souberam imaginar.
(Delor)
Essa linda poesia foi presente do meu amigo Delor.
Feita só para mim. Amei... Valeu Delor








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